Sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Lua Vermelha – 3ªtemporada - Episódio 42 – “Eu sei quem tu és!”

Continuação…

Uma atitude segura e serena deixa claro que Joseph não está nada surpreendido nem, e muito menos, atrapalhado com a aparição de Henrique.

Este outro limita-se a corresponder ao sorriso que, entretanto, Joseph decidiu lançar-lhe, juntamente com um olhar perverso de tanta malícia.

Observam-se um ao outro num silêncio incómodo por breves instantes.

O vampiro inglês acredita estar no caminho certo para conseguir o que pretende, confiante da sua estratégia, e que tal irá comprovar-se em breve. Rebelde e não menos astuto que ele, Henrique percebe imediatamente que, haja o que houver, continuará a ser o melhor na arte da provocação e quebra de regras.

- Precisas de alguma coisa? – antecipa-se Joseph, calmo, reparando de imediato na queimadura que Henrique tem na palma da mão.

Henrique, percebendo que o rival acabou de olhar para a marca do escaldão que apanhou, esconde instintivamente as mãos atrás das costas, reparando agora, ele mesmo, nas luvas pesadas e pretas que o outro ostenta. E é mantendo o seu olhar ardente que o jovem vampiro acaba desviando a sua atenção para punhal que Joseph traz e para o símbolo nele gravado, por instantes.

Pensando por momentos na possibilidade comentar sobre o deslize de Henrique, avisando-o de que exibirá mais uma cicatriz, ainda que mínima, Joseph acaba por desistir ao vê-lo vidrado no punhal de “Jaguar”.

- A magnificent killer, wasn’t he? – questiona, acentuando a sua pronuncia enquanto exibe o objecto mesmo em frente aqueles olhos vermelhos de fúria que o afectam.

Olhando-o nos olhos, tão profundamente que acaba atordoado por tanta dor e maldade neles naturalmente expressa, Henrique vê ainda uma enorme sede de confronto.

Confronto esse que Joseph acabará por não ter o prazer de vivenciar. Não para já.

- Nem por isso! – contraria Henrique, por gosto e verdade, recordando o dia em que viu Beatriz rasgar o pescoço do último “Jaguar”.

- Please… - diz Joseph numa gargalhada. – Ele era o homem mais poderoso que alguma vez existiu! O único humano que realmente tinha o admirável estatuto de ser temido por vampiros! – salienta, expressando-se tão crédulo nas suas palavras. – Não o admiras nem um bocadinho? Vais dizer que nunca tal te passou pela cabeça? Admirá-lo? – questiona vorazmente, enquanto se aproxima e direcciona a arma que possui em mãos, ao vampiro que enfrenta.

Ignorando o punhal que lhe é direccionado, Henrique confirma a sua total não-adoração a “Jaguar”, num encolher de ombros e desdém imenso.

- Não acredito! – suspira Joseph, insistente. – Como, se te está no sangue? Tu nasceste para o admirar! – prossegue, girando em torno de Henrique, obrigando-o a voltar-se de costas para a porta que o aproxima de Alphonzo. – Tal como o “Jaguar”, nasceste para livrar este planeta de monstros! Só que, antes e ao contrário de, estarias habilitado a tirar algum proveito cientifico disso… Como é óbvio!

- Quando dizes “monstros”, incluis-te a ti? – interroga o rebelde, voltando-se para Joseph e dirigindo-lhe alguma ironia expressa num sorriso e olhar provocadores e sarcasmo na voz. - Tem graça! – comenta, gargalhando como antes Joseph fez. – É que, por acaso, penso todos os dias numa forma de livrar este planeta de ti!



Julgando ter feito uma grande revelação e julgando até não vir a ser aceite a sua decisão, Vasco espera com ânsia uma reposta por parte de Beatriz, que se mantém em silêncio, incrédula, notavelmente perdida entre palavras que poderia pronunciar, olhando distraidamente e novamente para o ecrã do computador.

- Então? Não dizes nada? – questiona Vasco, impaciente e nervoso com o silêncio de Beatriz.

- O quê que queres eu diga? – responde imediatamente a vampira, ainda surpreendida e sem possibilidade de o esconder.

- Sei lá! Uma opinião?! – sugere Vasco, quase implorando por isso.

- Não vejo motivo para dar alguma opinião. – admite Beatriz. – Eu já não sou líder e o lugar está livre. – lembra-lhe. - Se queres ocupar o cargo, simplesmente faz por isso! Mostra que és honesto, que podem confiar em ti, que vais estar presente nas melhores e piores situações, que colocarás a segurança e a paz de todos em primeiro lugar… - enumera a vampira, certa do que diz e recordando cada momento em que fez tudo isso e acabou por se esquecer de si própria. – Apenas… isso!

O vampiro consente, sem motivos para discordar de algo tão acertado. Simultaneamente, recorda o quão a vida é irónica, pois nunca pensou em vir a mostrar-se assim tão inseguro e vulnerável. Não, no mínimo, em frente a Beatriz, por quem sempre estimou um certo ódio e, talvez, desrespeito.

- Garante-me que não fazes porcaria, convence-me disso, e terás o meu apoio! – conclui Beatriz, na realidade sem muita disposição para continuar com a conversa, especialmente pela mensagem que acaba de ler no seu e-mail.

- Novidades? – intervém Vasco, iniciando a mudança de assunto e notando uma expressão diferente no rosto da jovem, uma postura mais aliviada e até ansiosa.

- Não e sim.

O vampiro fica indeciso, pensando na rara possibilidade de existiram duas respostas totalmente diferentes para uma única pergunta. Talvez aquela pergunta tenha sido demasiado aberta a diferentes respostas.

- Quero dizer:… - continua Beatriz, no intuito de esclarecer o que disse. – Não. Não há novidades sobre o Henrique e o Afonso, nem sobre quem os levou e porquê. E Sim porque recebi vários e-mails que acabam de confirmar que não estou sozinha nesta procura e que, em breve, teremos visitas!

- Como assim?

- Alguns amigos mais próximos dos cinco vampiros que desapareceram antes do Henrique e do Afonso, vêm para cá! Alegadamente, têm suspeitas bastante fortes de que os desaparecidos estarão algures em Portugal…

No instante em que Beatriz termina a novidade, Vânia entra e ouve. A sua expressão de entusiasmo é inabalável. Consigo, vem Mais Antigo, que acabava de a elogiar sobre o quão bem ela se tem aguentado mesmo longe do criador. Contudo, toda aquela ânsia e alegria que sente ao ouvir as palavras de Beatriz, não escondem que ainda é uma vampira bastante jovem e ligada a quem lhe deu a vida.

- A sério? Que bom! Finalmente, noticias boas! - festeja Vânia, empolgada e com um sorriso que lhe ilumina o rosto. – Quando é que chegam? – questiona, impaciente.

- Dentro de alguns dias, Vânia. – responde, conseguindo sorrir quase tão abertamente como a rapariga. – Vasco! – chama, lembrando a conversa que ainda agora teve e aproveitando a presença do Mais Antigo. – Porque não falas com o Mais Antigo, sobre…

Novamente, uma pontada de nervosismo assoma-se em Vasco. Sensação que começa a ser bastante dubitável, dada a quantidade de vezes que a sentiu em menos de uma hora. Acaba por ceder à sugestão, pedindo permissão ao vampiro mais velho para uma conversa, no exterior do hotel.

Mais Antigo aceita, com curiosidade.

As duas vampiras ficam sozinhas.

- O Pedro, já recuperou? – pergunta Vânia.

- Sim! – confirma, algo feliz. - Mas como não quis interromper o momento cria-criador entre ele e a Francisca, ainda não fui até lá.

Mais uma boa noticia que deixa Vânia bastante bem-disposta. Não querendo, tal como Beatriz, interferir para já no assunto, senta-se junto dela e implora-lhe para que lhe conte tudo sobre os vampiros que vêm brevemente para Sintra.



Cauteloso nas palavras e atitudes, Joseph é capaz de esconder com destreza a dúvida que o consome por instantes. O vampiro divide-se entre gostar daquela atitude provocadora e energética de Henrique, ou sentir-se ofendido. Por isso, ignora o rumo da conversa e prossegue conforme lhe convém.

- Por isso… - continua Henrique, mais ciente do que se passa na cabeça do rival, do que se pensa. – Afasta isso de mim! A Sério! – pede, referindo-se ao punhal. – Sabes lá o que eu posso fazer com uma coisas dessas na mão e contigo à minha frente! – avisa. – Até porque me está no sangue… - relembra com ironia.

Joseph lança-lhe um intencional último sorriso sobre a conversa, acabando por guardar para si o majestoso punhal, afastando-o do olhar feroz e desejoso de Henrique. O sorriso era último, mas o diálogo ainda não terminou.

- Eu conheço-te melhor do que tu próprio imaginas! Observei cada momento que me foi possível observar da tua infância! Admirei a capacidade que o teu pai tinha para te treinar enquanto a tua mãe não estava por perto, mal sabendo que ela sabia mas sobre a Luz Eterna do que era suposto… - comenta, pausado por instantes como se recordasse alguma coisa, retomando depois. - E o teu entusiasmo! – evidencia. – Tu era uma criança, não percebias que o teu pai te treinava, pensavas que era apenas o jeito dele para se relacionar contigo… - pausa novamente, certificando-se de que é ouvido. – Mais tarde ele deixou de te treinar directamente, ficou difícil gerir tudo… - suspira, acenando afirmativamente como se confirmasse a sua conclusão. - Sim! Está-te no sangue! Eu sei que está! Eu sei quem tu és!

- Tu não sabes nada sobre mim… - resmunga Henrique, num murmúrio.

- Vamos embora! – Joseph tenta que a conversa fique por ali.

Vendo-o voltar-lhe costas para regressar à mansão, Henrique apressa-se a intervir, impedindo-o, sentindo que estará a desistir de Afonso caso siga Joseph e vá embora.

- Nem penses! – contraria.

- Desculpa?! – contesta o vampiro, elegante num movimento que lhe permite voltar a encarar Henrique, demonstrando alguma da surpresa que na realidade não sente.

- Não vou sair daqui sem ver o meu irmão! – impõe-se, confiante nas palavras e no modo como as pronuncia, quase como se quisesse fazer-se ouvir para lá da porta que o separa de Afonso.

- Irmão?! Tu não tens irmãos, rapaz! – ressente o inglês na sua perfeita razão.

- Tenho sim! Chama-se Alphonzo Stuart! – comunica, bastante sério. – E quero vê-lo, agora! – exige, mostrando ao rival, caso este ainda não tenha reparado, que sabe onde está Afonso.

Reaproximando-se de Henrique, Joseph intenta impor-lhe a sua altivez, olhando-o com ameaça enquanto se certifica discretamente de que ainda tem o punhal no bolso das calças, como se tal fosse demolir a atitude do rapaz.

- Os problemas do Alphonzo comigo, não têm nada a ver contigo! – garante, suave no tom com que se pronuncia, como se tal se tratasse apenas de um genuíno conselho amigável. - Fica descansado, aquele ali não morre, está visto… - comenta então, querendo aliviar a tensão que se gera em Henrique mas, simultaneamente, manifestando-se com desilusão.

- O quê que ele te fez?! – questiona o vampiro, certo de que Afonso é inocente seja lá porque for que está ali. – Ou devo perguntar: O quê que tu lhe fizeste?

Nem um pouco interessado no avanço daquela conversação, o inglês evoca exageradamente e novamente o seu sotaque, fazendo-se presenciar, enquanto desvia aquele rebelde e persistente vampiro do tema e do momento.

- Listen! – atira, austero. – Ouve bem, rapaz! – repete, mais calmo. - Tu não és ninguém para questionar as minhas pequenas e justas vinganças pessoais. Percebes-te? Mete-te na tua vida e garanto-te que ali o… - pausa, levantando as mãos e fazendo um gesto imitador de “aspas” com os dedos. – … teu “irmão” – sorri levemente. – sofre menos!

- Estás a ameaçar-me, portanto… - Henrique lança uma gargalhada. – Ouve bem! Tu não és ninguém para acreditar que vou ficar quieto depois de uma ameaça. Percebes-te? – imita, num perfeito e único gesto de provocação.

Com um sorriso matreiro cravado no rosto, Henrique rodeia o vampiro, acabando por ceder ao anterior convite para sair dali. - Não! Não está a desistir de Afonso! Está apenas a deixar Joseph fora de si. – Mais tarde voltará ali. Preferentemente sozinho.



Embora mais calma, Luna permanece com a cabeça no colo da mãe, sentindo-se em paz e protegida. A dor não passou totalmente, mas aliviou. – Afonso está novamente no limiar do tudo ou nada, quase inconsciente mas nunca em suficiente sofrimento para que tudo desapareça. Isso é frustrante. Mas é melhor do que ser confrontado sobre de tudo. - Luna sente isso. É uma sensação má, mas mais suportável.

Mantendo o silêncio, segurando lágrima atrás de lágrima apenas para tentar ser a pessoa mais forte e indestrutível do mundo à frente da filha, Isabel limita-se a acariciar-lhe os cabelos, com carinho, permitindo que isso seja tudo no momento.

- Desculpa, mãe… - murmura Luna, parecendo cansada.

Erguendo-se do colo, a rapariga olha a mãe, nos olhos, repetindo as desculpas na sua sinceridade imensa.

- Porquê? – pergunta Isabel, igualmente calma.

- Porque fiz exactamente o contrário do que me pediste! – suspira. – E por achar que fiz bem!

- E porquê que o fizeste? – persiste Isabel, tentando soar compreensiva.

Mas essa questão pode levá-las a um tema bem mais delicado e Luna não se sente à vontade para isso. - Para admitir que não está bem. Que se sente como se fosse explodir a qualquer momento.

Em movimentos rápidos, a jovem ruiva levanta-se e afasta-se da mãe, saltando ágil e forte do telhado para o jardim do hotel.

Isabel segue a filha, igualmente veloz.

- Luna, fala comigo! – pede Isabel, conseguindo agarrar a filha antes que esta vá embora dali. – Fala comigo, filha! – insiste. – Eu aceito que não queiras ficar fora disto, aceito que precises de ajudar, que estejas a sofrer… Eu sei disso tudo, mas há algo mais! O que se passa?

Bruscamente, Luna liberta o seu braço que é agarrado pela mão firme da mãe. Fora de si, Luna admite-se.

- Não sei! Não sei o que se passa comigo! Não sei o que sou! – grita, num desespero que a deixa quase em lágrimas. – Sinto-me cheia de poder, esgotada psicologicamente, farta, louca, fora de controlo…

Uma ventania suspeita, nada habitual em dias de Verão, faz-se sentir.

- Tem calma… - pede, reaproximando-se da filha.

- Quem é que eu sou, mãe? Ou o quê?

Entretanto, já terminada e bem sucedida conversa entre ambos, Mais Antigo e Vasco, ali, no jardim, acabam por assistir à cena entre Isabel e Luna.

Mais Antigo já suspeitava, mas tinha dúvidas. Agora, tudo lhe parece claro e convém intervir antes que, novamente, a desgraça aconteça e mais um milagre se desfaça. Na verdade, percebe agora, nunca esteve tão próximo ou tão interessado em perceber se realmente Luna era o que lhe pareceu ser quando a viu pela primeira vez.

Ainda que não esteja plenamente certo do que vê e do que acredita, não há nada a perder! Especialmente num momento em que uma jovem bela e poderosa está a perder o controlo de si apenas porque não tem ideia do que é, e porque veio ao mundo.

Com mais de dez mil anos, este vampiro já viu tudo…

- Eu sei quem tu és! – afirma, confiante, erguendo-se do banco de jardim que partilha com Vasco para se aproximar de Luna.

Continua…

PS: Faltam algumas imagens neste post que não me foi possível adicionar na hora por problemas com a gestão do blog. Assim que puder atualizarei :D Até porque encontrei a menina perfeita que poderia interpretar Luna :D Entretanto deixem o vosso comentário!

Bjs <3 a autora
Publicado por luaverm2e3temporada às 22:41
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