Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Lua Vermelha

Sugestão de 2ª e 3ª temporada por Cláudia Silva. Tipo Fanfiction.

Lua Vermelha – 3ªtemporada - Episódio 60 – “You will only desire vampire blood!” ESPECIAL

BOA NOITE! AQUI FICA O ESPECIALÍSSIMO :D Sejam felizes! Boa Leitura...

 

Continuação…

 

- Estamos à espera disso desde que nos trouxeste para este fim de mundo… – apressa-se Brian a relembrar, destemido e curioso.

 

- Já mal podemos esperar! – Akira acentua as suas palavras com pura ironia, ladeando os companheiros.

 

Joseph parece feliz. Verdadeiramente feliz. Algo estranho de se ver, de se reparar, ainda por mais naquele momento. E avança mais um pouco em direcção a eles, com firmeza e elegância, e uma expressão pacífica.

 

- Então que assim seja, finalmente! – responde. - Conversaremos a sós. Virá um de cada vez comigo, numa conversa sem quaisquer truques! Apenas a verdade… – adianta, e um vislumbre da sua vangloriosa paixão por algo maior e insano ressurge nos seus graciosos traços.

 

Novamente, um silêncio devastador entre os seis, talvez por medo do inesperado. Mas a curiosidade também é bastante. E talvez aquele seja o último passo a dar para que consigam saber como se desmantela uma organização daquele tipo.

 

Em ultima instância, e tal como Henrique pondera no preciso momento, talvez a hora do ataque e da fuga esteja mais próxima do que parece, e seja a atitude mais correcta, contrariamente àquilo em que têm vindo a acreditar desde que estão ali. A paciência não lhes tem valido de muito e aquele sitio, aquela loucura, precisa de um fim.

 

Talvez a sensatez esteja ao nível da idiotice, em certos e determinados casos....

 

- Enrique Pérez. Dás-me a honra?

 

Nesse instante, Henrique percebe que por algum motivo será o primeiro a ter a honra. E ignorando o sentimento de receio, não resiste ao convite.

 

O silêncio parece reinar. Ansiedade e adrenalina instalam-se no coração de Henrique, e certamente, julga, também no dos seus companheiros.

 

Joseph sorri novamente, empenhando-se em parecer simpático e gesticula para que o rapaz o siga.

 

Inexpressivo, tentando esconder a fúria de sensações que o invadem, Henrique vê o salão ficar para trás, juntamente com os cinco amigos e todos os restantes vampiros que preferia não ter conhecido naquelas circunstâncias. Depois, limita-se a seguir Joseph.

 

Segue-o pelos infinitos corredores e pelas imensas escadarias do casarão até ao ponto mais alto. Henrique acredita que estão a ir para o sótão, local que poucos ali devem conhecer e que pode mesmo ser excelente para se ter uma conversa à qual Joseph não quer que se fuja, obviamente.

 

Mas aquele espaço não é apenas o sótão. Henrique percebe assim que entra que Joseph o trouxe até aos seus aposentos. À primeira olhadela, estão numa sala de estar enorme que apesar de parecer simplista, é decorada com móveis antigos, algo excêntricos, e autênticas relíquias artísticas. As portas para as restantes divisões estão entre abertas e Henrique pode ver que, de um lado, está um suposto quarto, do outro, uma biblioteca. Tudo minuciosamente bem arrumado.

 

Numa incomum simpatia, Joseph insiste para que o rapaz se sinta à vontade. Mas evidentemente, mais por necessidade do que por rebeldia, Henrique recusa com naturalidade.

 

- Qual é o teu plano para todos nós? – apressa-se a perguntar, atrevendo-se a não perder tempo.

 

- Easy, boy…

 

Aquela pronúncia perfeita de um inglês natural pode muito bem, no caso de Joseph, tornar-se a coisa mais detestável no mundo. Especialmente, se vier acompanhada por aquele sorriso…

 

Respirando fundo, revirando o olhar para outro ponto qualquer que não aquele sorrisinho, Henrique mantém-se prestável a ouvir.

 

- Primeiro quero dar-te a conhecer todas as verdades porque tens procurado ao longo dos anos…

 

- Quais verdades? – interrompe Henrique, impaciente desde que nasceu.

 

- … e que com o passar do tempo acabas por desistir de encontrar. – termina Joseph.

 

Louco ou não, aquele homem é sem dúvida um génio que acaba de suscitar no rapaz uma estranha vontade de ficar por mais uns minutos, apenas a ouvir…

 

Naturalmente à vontade, Joseph senta-se num dos sofás expostos junto à parede, ao fundo da sala, após uma larga mesa de jantar. De braços estendidos na cabeceira, pernas cruzadas e um sorriso que garante assustadoramente que, qualquer que seja a sua pergunta, ele terá a resposta.

 

Aquele vampiro sabe o que faz! E Henrique realmente tem muitas perguntas, sobre muitos assuntos. O que parece impossível é que Joseph realmente conheça as respostas àquelas perguntas que Henrique nunca pronunciou em voz alta…

 

- Ficarias surpreendido com a quantidade de coisas que sei sobre cada um de vocês! Desde o vosso primeiro dia, que vos considero a minha família…

 

Pelo menos a uma pergunta ele respondeu. E tornou-se assustador pensar que aquela pessoa esteve sempre por perto.

 

– Primeiro diz-me: qual é o teu plano? – exige, demasiado sério para que Joseph o ignore.

 

- Dar-te aquilo que é teu por nascimento e direito! – responde o vampiro, imediatamente, confiante.

 

- Não sei do que estás a falar… - comenta, desejando não saber mesmo. - Mas e se eu não quiser nada do que tenhas para me oferecer? – propõe, em jeito de provocação.

 

Num encolher de ombros, devastadoramente confiante, Joseph garante:

 

- Neste momento, queres pelo menos ouvir-me, não queres? Eu sei que queres…

 

O pensamento de Henrique expressa-se no olhar. - Filho de uma besta! – É verdade! E a curiosidade está a matá-lo de raiva…

 

Voltou-lhe as costas assim que viu oportunidade, colocando a sua atenção em tudo menos na tentação de ceder. Tudo menos ceder. Mas a sua rebeldia está quase directamente ligada à impaciência.

 

Curioso o quanto baste, os motivos que o obrigam a ficar em silêncio desvanecem-se.

 

- Sabes mesmo tudo? – atreve-se, cortando o silêncio, encarando novamente o problema.

 

- Talvez quase tudo! – garante Morgan, algo mais motivado, apenas um predador esperando que a armadilha desengate.

 

Mas o rebelde impaciente não é assim tão imprudente. Se é para jogar sujo, jogará.

 

- Diz-me qual é o teu plano, e… – repete, anunciando uma condição. – …em troca, aceito ouvir todas as verdades

 

Joseph espera dele um pouco mais que isso, mantendo-se quieto e calado.

 

- … e ponderar sobre elas! – termina Henrique, completando a condição com demasiada e perigosa honestidade.

 

 

- Esperava que já soubesses! – admite o cabecilha, realmente reconhecendo clareza nos seus planos.

 

- Suponho. – confirma Henrique com rivalidade. – Mas quero que o digas, aqui e agora, sem rodeios! – exige, permanecendo rival.

 

Joseph não quer conflitos. Por isso, é o primeiro a quebrar a tensão, afastando-se, sorrindo, quase parecendo inocente. Dirige-se a um dos móveis. Tira dois copos de cristal. Depois, serve-se de uma jarra, cheia de bebida para vampiros, e oferece um dos copos ao jovem que o acompanha.

 

- Vou treinar-vos! Quero acabar com a tirania dos vampiros… – começa. - Acabar com eles! – completa, bebendo um gole de sangue sintético.

 

Henrique aceitou o copo, mas nem se atreve a provar o que ele contém. Acabando de ouvir o que talvez não queria assim tanto ouvir, solta uma forte gargalhada, em nome daquilo que não duvida.

 

- Tens tanto de inteligente como de ridículo! – acusa, ainda a rir. - Esqueces-te que, faças o que fizeres, continuas vampiro… - lembra, repleto de razão.

 

O inglês não se ofende.

 

- Não, não o sou! – nega, em jeito de revelação. – Já tive como provar que sou mais que isso!

 

Ainda que se esforce por continuar a ridicularizar os sonhos daquele vampiro, a risada de Henrique desvanece.

 

- Aliás! – acrescenta Joseph. - Lá fora, já todos aqui são muito mais que isso! Inclusive tu!

 

É difícil de controlar. Henrique começa a levá-lo a sério e tudo aquilo que ouve assusta-o de forma preocupante.

 

- Lá fora, para lá daquilo que nos tem separado deles,… - avança, sorrindo por alguma vitória. - …seremos muito mais fortes, rápidos e ágeis que qualquer outro vampiro!

 

Silêncio.

 

- É isto que tenho para oferecer! Verdadeira liberdade! – esclarece, elevando o copo ainda quase cheio em gesto de brinde. - Seremos mais que vampiros! Finalmente, seremos o que eles temem!

 

A situação perdeu a piada, porque Joseph está a ser bastante convincente. Henrique mantém-se calado, engolindo em seco cada palavra que ouve, cada movimento vanglorioso que presencia. Esperando algo mais, ou nada mais… Esperando que o seu subconsciente lhe permita fugir sem pensar na consequências.

 

Imediato, como quem acabou de cumprir com a sua parte, Morgan persiste noutra direcção da conversa.

 

- Agora que já sabes qual é o plano

 

Uma imensa fúria tem vindo a crescer dentro de Henrique e já não há como evitar contê-la. Joseph acaba de admitir que planeia um massacre. Sejam quais forem as consequências, Henrique não participará mais naquela insanidade.

 

- Nunca! – interrompe o rapaz, num grito repleto de ódio.

 

Uma força incontrolável cresce dentro de si. O seu sentimento de ódio explode. Num piscar de olhos, Henrique atira Joseph ao chão, impiedoso, desejoso, esperando um movimento de defesa por parte do adversário.

 

Mas nada… Em vez disso, Joseph mantém-se no chão, pretendendo reerguer-se sem levantar hipótese de ameaça.

 

Desiludido e algo despeitado, o jovem aproveita a imobilidade ridícula do rival para o esmurraçar de forma brutal e humilhante, como há muito desejava. Acaba por deixá-lo novamente caído no chão, a sua cara manchada de sangue mas as suas feridas já regeneradas. E ele continua a não intencionar contra-atacar.

 

- Acabou! – garante Henrique, praticamente anunciando a sua saída, e certo de que todos os presentes naquele edifício o possam estar a ouvir.

 

Sejam quais forem as consequências daquele impulso, Henrique acredita com todas as suas forças e esperanças que as evitará.

 

Corre. Simplesmente isso! Mais veloz do que alguma vez se lembrava de ter sido. Em menos de nada chegou ao rés-do-chão da mansão e depressa causou sobressalto entre todos os residentes da casa e alguma revolta, entre os que o apoiam mesmo sem conhecer os motivos da fuga mal planeada.

 

E ignora o facto de nunca se ter sentido tão invisível na velocidade.

 

Já no exterior, deslizando feroz pelo relvado imenso em direcção à floresta, Henrique concentra-se no facto de que os companheiros o defendem sem o questionar. No preciso momento, sente-os debaterem-se para evitar que os pupilos de Joseph o impeçam. Talvez vejam nele uma hipótese inesperada, comandada pela razão e raiva. Talvez esperem que Henrique não os desiluda, caso naquela fuga não planeada, seja o único a escapar.

 

Naquela correria urgente, já tendo alcançado a bem-dita floresta, consegue ouvir, então, uma voz serena lembrando que a tentativa de fuga é inútil.

 

Joseph, lembrando, que a fuga é inútil… Completamente impossível de concretizar... Uma perda de tempo…

 

Tudo parece tão lento e eterno, mas poucos segundos passaram desde que o seu temperamento explodiu e anunciou com violência, o quanto lhe bastava tanto disparate.

 

“Lá fora, para lá daquilo que nos tem separado deles…” – Tais palavras retornam à memória de Henrique, mais uma vez… E agora, que pára repentinamente, urgente, assustado, quase caindo devido à velocidade que levava, o rapaz percebe que alcançou a fronteira…

 

Uma fronteira invulgar e de alguma forma inultrapassável… Disso Henrique tem já certeza…

 

Enquanto sente a aproximação rápida de Joseph, ouvindo as suas passadas rápidas e elegantes, algo triunfantes, Henrique detém-se a observar aquele sinistro cordão humano… Não! Não são humanos… E isso ele percebe imediatamente.

 

Deitados no chão, de braços estendidos ao longo do corpo, aqueles seres transmitem um sentimento de paz e poder únicos. Embora pálidos, as suas expressões são amigáveis. Dispõem-se a uns três ou quatro metros afastados uns dos outros, num cordão que se perde na imensidão da floresta que rodeia a casa. Do outro lado, para lá deles, nada mais que natureza infinita. Parece que não há saída. Estão unidos por símbolos estranhos, talvez ancestrais, desenhados com pequenas pedras lisas cravadas na terra. Eles parecem em perfeita comunhão com a natureza. No entanto, Henrique nunca viu ou imaginou tamanha coisa em toda a sua vida e, por isso mesmo, está já invulgarmente assustado.  

 

- Ela não foi a primeira, nem é a única! – esclarece imediatamente Joseph, demasiado próximo já, adivinhando os pensamentos do rapaz.

 

Luna. Eles são como Luna.

 

- O que é isto? Quem são eles? – questiona, assustado, o seu tom de voz aumentando gradualmente enquanto volta a enfrentar Joseph, que se encontra mesmo atrás de si.

 

- Eles são… - pausa, sorrindo e gesticulando para todos eles. - As várias gerações de Naturales que vieram ao mundo. Pensavam-nos extintos por várias razões… - começa. - Na maioria dos casos, era excesso de poder que os destruía! – esclarece, credível. – Mas eu salvei os que pode! Estudei-os, ajudei-os e ensinei-lhes o controlo dos impulsos!

 

Joseph observa os Naturales, verdadeiramente orgulhoso de si mesmo por tê-los salvo e protegido.

 

- Agora sou eu que preciso deles! – prossegue, já não falando apenas para Henrique, mas para todos os residentes no local, que depressa chegaram até eles.

 

Estão todos ali. Todos mesmo! E os únicos que parecem surpreendidos e apavorados com a cena são mesmo Jasmine, Brian, Akira, Victorious e Sandro, os cinco, e Henrique.

 

Entretanto, tão discretas como uma estrela no céu entre milhões, Pilar e Martha aproximarem-se, juntas, algo tristes com a situação que presenciam. Ninguém dá importância à chegada de ambas, como se elas sempre ali tivessem estado.

 

Aterrorizado e maravilhado em simultâneo, Henrique não consegue atrever-se a algo mais do que apenas ouvir as explicações e ambições do vampiro que tudo ali controla. Ainda que, no fundo, sinta uma curiosidade imensa em saber o que aconteceria caso atravessasse aquela barreira de poder.

 

- Eu sei em que estás a pensar… - adianta o inglês, adivinhando-lhe ao acaso os pensamentos. - E devo admitir que esta tua súbita fuga, esse ódio tremendo, me tenham surpreendido! Sinceramente, não esperava que alguém fosse assim tão forte de espírito ao ponto de ultrapassar a vontade que estes seres magníficos criam no vosso subconsciente…

 

- Queres dizer que nós ainda não demos cabo disto tudo porque eles nos controlam?! – Jasmine grita, escandalizada, finalmente assumindo uma reacção.

 

- Como eu estava para dizer:… – intervém Joseph, revelando que não apreciou minimamente a interrupção. - Não te atrevas a passar para o lado de lá!

 

- E porque não? – questiona Brian, rebelde, provocativo.

 

Carregando a sua expressão com tamanha seriedade, Joseph parece convincente naquilo que dirá.

 

- Do lado de lá, já nenhum de nós será apenas um vampiro! – garante. – O meu trabalho tem dado frutos nos últimos dias… - continua, pausando de vês a vês, elegante e sensato.

 

O silêncio instala-se. A maioria já sabe ao que ele se refere. André, acanhado e receoso entre todos, e os seis mais novos são os únicos que apenas desconfiam de boatos mirabolantes. Joseph é o protagonista do momento e todos querem ouvir o que ele tem para dizer. Sabendo bem disso, firme e esbelto, torna a fazer uso do seu idioma natural para elevar a importância daquilo que dirá.

 

- Vampires will fear us! – começa, elevando a voz num discurso. - Beyond this powerful border, the power I’ve created for you will reveal itself… – continua, magnificente.And you will only desire vampire blood!

 

Contra todas as leis da ciência, realmente parece que as palavras de Joseph tiveram o poder de fazer parar o tempo. E só ele pode quebrar esse feitiço imaginário.

 

- Eles serão para nós, aquilo que os humanos são para eles! – esclarece, voltando ao português, ainda que insistindo no seu sotaque inconfundível e misteriosamente poderoso.

 

Continua…

 

 

[BOA NOITE! Espero que tenham gostado, ficado esclarecidos sobre algumas coisinhas e que tenha valido a pena ler e esperar para ler :D Este episódio é ESPECIAL e exigiu muito mais de mim. Deixem a vossa opinião!

OBRIGADO POR TUDO - Conto convosco para os próximos...

 

Bjs <3 a autora]

 

Sobre mim

foto do autor

Pesquisa Aqui

 

Sinopse

Era uma vez um colégio cravado no coração da serra de Sintra. Entre mistérios e perigos, o regresso de uma antiga guerra e uma vida aparentemente normal de adolescentes, um vampiro com 186 anos apaixonou-se por uma humana de 17 que, apenas (e só por acaso!) é filha do mais temido caçador de vampiros de sempre, "Jaguar". Ora! Este é só o excêntrico início de todos os problemas que farão a vida valer a pena...! Deixas-te morder?!

Aviso

Todos os textos publicados neste blog são apenas uma sugestão de continuação da série de vampiros da SIC, "Lua Vermelha", ou forma de a recordar. No fundo, pretendo simplesmente homenagear a história, dando-lhe o seguimento que imagino/desejo que tivesse. Não tenho qualquer intenção de plágio, não o considero como tal, e por isso agradeço o respeito e a preservação dos direitos de autor. Afinal, isto é paixão, mas dá trabalho :D

O Blog

Nasceu em 2012, com uma sugestão (pouco profissional...:D) de 2ªtemporada para "Lua Vermelha", que teve o seu fim oficial no mesmo ano. Por gosto da autora (Cláudia Silva) e apoio dos leitores, o Blog chegou à 3ªtemporada, havendo ainda espaço para posts de homenagem à obra de ficção e aos atores, intitulados "VIDA DE VAMP", "VampAtual" e "MEMÓRIASdeVAMPIRO". Após o final da Fanfic, em Novembro de 2017, foi anunciado pela autora que o Blog continuaria online, e que ganharia mais duas colunas: "Tudo Certo com Lua Vermelha" e "Tudo Errado com Lua Vermelha". Tudo o que foi publicado anteriormente, continua online.

Respeito

Gostaria de alertar todos os leitores/seguidores do blog para a prática do respeito entre todos, para comigo (autora) e para com os criadores/produtores e atores de "Lua Vermelha". Infelizmente, comentários desagradáveis e ofensivos já foram deixados por alguns "anónimos", o que me levou à decisão de moderar a liberdade para comentar, sendo que as vossas opiniões precisam da minha permissão para serem publicadas no blog. Apenas exijo respeito! Se forem respeitáveis com as palavras, o vosso comentário aparecerá na página, garanto! Obrigado!

As Imagens

Afim de evitar algum tipo de constrangimento, creio ser importante referir que, originalmente, as imagens que utilizo no blog, referentes a "Lua Vermelha", não são de minha autoria. Os direitos pertencem à SIC, à SP Televisão, ao fotógrafo José Pinto Ribeiro... e avisem-me caso falte alguém! :D Contudo, saibam que não publico qualquer imagem sem a editar/modificar primeiro, tornando-os algo minhas e do blog. Espero que respeitem e, claro!, apreciem!

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D